PROJETO: NO LABIRINTO DA VIDA
INTRODUÇÃO:
Release
do espetáculo:
O espetáculo “NO
LABIRINTO DA VIDA” Escrito, produzido e dirigido por Paulo Pereira, tem o
foco de convidar o jovem a ser o protagonista na elaboração de seus próprios
conceitos sobre a prevenção e suas relações, sobre a sua existência e suas
escolhas, fazendo com que ele passe a ter consciência dos graves riscos ligados
ao uso de drogas.
Após a apresentação do
espetáculo teatral, o grupo de atores abre um debate dinâmico, no qual, o
professor e o aluno, terão a oportunidade de discutir com o elenco, expor
dúvidas, realizar uma análise crítica da montagem, estabelecer relações entre
cada personagem na sociedade. Terão
noções básicas do que é a prevenção ao uso de droga, e também, a motivação para
dar sequência ao trabalho, quer seja ele realizado na sala de aula ou fora da
escola.
O projeto contou com apoio: Denarc-SP, Depto.
de Narcotráfico do Estado de São Paulo, Prefeitura de São Paulo (CEU), Centro
Educacional Unificado, Secretaria da
Educação do Município de São Paulo, Secretaria de
Educação do Estado de São Paulo, Ass.
Cultural e Beneficente Consciência, Memorial da América Latina, SESC SP e
empresas da iniciativa privada. De 2006
a 2007 / 2009 a 2010.
prevê histórico do projeto:
O projeto beneficiou mais de 30 mil espectadores em diversos teatros e escolas da cidade de São Paulo e do interior do Estado com Prefeitura de São Paulo, (CEU), Centro Educacional Unificado2006 e 2010, Ass. Cultural e Beneficente Consciência e empresas da iniciativa privada, Memorial da América Latina, SESC SP, teatro Caetano de Campos (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo) e Fórum Nacional e Estadual de Prevenção de drogas nos anos de 2005 e 2007.
O objetivo maior desta peça é atuar como veículo de informação, conscientização e prevenção quanto ao uso de drogas, que são uma realidade muito presente e próxima da vida dos adolescentes. Por meio da arte, pretendemos sensibilizar os espectadores para essa temática cada vez mais relevante na educação da juventude.
O teatro é um “instrumento” de formação de cidadãos que permite aguçar o senso crítico das pessoas e, sobretudo, despertar a criatividade, portanto, estamos nós aproximando da comunidade escolar e utilizando este método para promover a sensibilizar na prevenção ao uso das drogas dentro e fora da escolar.
Apresentação nas Unidades do Ceu's:
Butantã, 06/ Abril 2006/ Campo
Limpo, 13/20 De Abril De2006/ Casa Blanca, 27/Abril E 04 De Maio De
2006/ Cidade Dutra, 10e 18 de Maio de 2006/Inácio Monteiro, 25 de
Maio e 10 Junho de 2006/ Jambeiro, 08 e 15 de Junho de2006/ Meninos,
22 e29 Junho de 2006/Navegantes, 03 e 10 de Agosto de 2006/Da Paz, 17
de Agosto 2006/ Vila Curuçá, 24 de Agosto de 2006/ Pera Marmelo,
31 de Agosto de 2006/ Aricanduva, 14 de Setembro de 2006 e 14 de Outubro
e 2010/ Perus, 21 de Setembro 2006/
Alvarenga, 28 de Setembro de 2006/ São
Carlos, 05 de Outubro de 2006/ Pq.Veredas, 19 de Outubro de 2006, Rosa
da China, 26 de Outubro de 2006/São Mateus, 09de Novembro de 2006/ São
Rafael, 09de Novembro de 2006, Vila Atlântica, 30 de Novembro de 2006. e Três Lagos, 23 de Novembro de 2006/20 de Agosto de 2010
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO:
Governo do Estado de São Paulo (Secretaria de Educação) Coordenadoria de
Estudos e Normas Pedagógicas.
A participação dos alunos em espetáculos teatrais no âmbito da
Secretaria de Estado da Educação é viabilizada por meio do projeto Escola em
Cena, integrante do Programa Cultura é
Currículo, que desde 2008 consolida o acesso á cultura como complemento
curricular dos trabalhos desenvolvidos em sala de aula.
O espetáculo “No Labirinto da
Vida” articula-se com currículo do Estado de São Paulo sob o ponto de vista
linguagem teatral e do tema abordado, que complementa ações desta Pasta no que
se refere à prevenção do uso de drogas, caracterizando-se, portanto, coerente
com as diretrizes do Programa supracitado.
Isto posto, esta Coordenadoria, DECLARA
haver interesse em disponibilizar, sem ônus para a pasta, a exibição do
referido espetáculo ás escolas da rede pública do Estado de São Paulo (Valéria de Souza – coordenadora da Cemp)
Secretaria de Educação do Estado de São Paulo).
Não possuímos a pretensão de substituir qualquer
projeto já existente, mas agregar e contribuir junto aos mesmos no desenvolvimento
dos jovens e da cidadania.
(enviaremos o cartaz para
divulgação do espetáculo, com data e o horário de apresentação se assim acharem
necessário).
OBJETIVOS:
Realizar as
apresentações gratuitas do espetáculo teatral para a comunidade escolar através
de convênios e parcerias;
Atuar como elemento de informação,
conscientização e prevenção quanto ao uso de drogas;
Possibilitar um
diálogo construtivo e dinâmico com a platéia, com o objetivo de permitir uma
compreensão mais clara, duradoura e eficaz do tema da peça;
Beneficiar os
participantes como as apresentações teatrais e as palestras;
Fundir o teatro como instrumento de informação: Cultural, Educacional,
Social e Artístico.
JUSTIFICATIVA:
A prevenção ao uso de drogas requer ações
efetivas na comunidade escolar e na vida dos adolescentes.
O evento cultural
destaca-se pelo seu ineditismo, ao propor a valorização da qualidade de vida, a
redução da vulnerabilidade e a promoção da inclusão social, tendo como
instrumento a linguagem teatral. É nesse sentido que nos aproximamos das
Escolas, do governo, empresas, e ONG’s apresentando a proposta deste projeto, a
fim de contribuir na mudança desta realidade.
CIA. DE TEATRO YPÊ:
Com base na experiência
de outras companhias que utilizam as artes cênicas com fins sociais, a Cia. De
teatro Ypê, foi criada em 2004, com o projeto “Prevenção na Escola”, com o
intuito de utilizar a linguagem teatral para tratar de questões referentes à
saúde e a educação dos jovens brasileiros.
A escolha do tema iniciou-se a
partir de pesquisas cuidadosamente elaboradas com a finalidade da preparação,
produção e realização do espetáculo teatral “No Labirinto da Vida”, sendo uma
iniciativa cultural amplamente compromissada com o desenvolvimento da
cidadania.
O grupo conta com profissionais da área teatral com
vasta experiência na lida com jovens e com projeto escola.
SINOPSE DO ESPETÁCULO:
Trata-se de uma
dramatização que tem como protagonista um adolescente que, por influência de
uma nova e perniciosa amizade se envolve no universo das drogas. As sensações
vividas pelo protagonista, que vão desde o gozo das drogas até a abstinência
encenada num diálogo vivo entre o adolescente e sua Consciência, que o faz
retomar criticamente sua própria história. A presença da família é constante e
seu papel, muito enfatizado, no acompanhamento do adolescente. Este procura
justificar seu envolvimento com o submundo das drogas devido às suas carências
afetivas e familiares, mas sua Consciência o desmascara, deixando claro que
todos os seus atos são escolha unicamente da sua liberdade.
PÚBLICO-ALVO:
Publico recomendando a partir de 09 anos de
idade.
DURAÇÃO:
O espetáculo tem a duração de 60 minutos,
acrescido de 20 minutos de debate dinâmico com o público presente.
A RELAÇÃO DO PROJETO
COM O PROFESSOR:
Uma das questões mais recentes enfrentadas no
cotidiano da escola refere-se à utilização e tráfico de drogas. Esta questão,
assim como a da violência, são manifestações que têm preocupado educadores e
pais, principalmente de adolescentes, pois estes se constituem, pela
instabilidade da própria fase do desenvolvimento, como público muito vulnerável
ao uso. A escola, como instituição educativa privilegiada de socialização dos
indivíduos, tem sido chamada a mediar tal situação. Portanto, tem havido
conseqüências no entendimento da ação educativa, na organização e ampliação
curricular e, principalmente, no papel dos professores.
Desta forma, uma das temáticas sociais
experimentadas atualmente pelos educadores, está relacionada com o trato das
possíveis intervenções dirigidas aos jovens, para se prevenir o uso indevido de
drogas por essa população. A análise da questão é por demais complexa, visto
que, devem ser consideradas as inúmeras variáveis relacionadas ao contexto
social, histórico, cultural, psicológico e biológico dos sujeitos envolvidos.
Portanto, é possível, de início, já constatar que a abordagem da ação
preventiva deve compreender o problema de forma interdisciplinar e
multidimensional. E, por outro lado, além daquelas variáveis, necessárias
também se fazem, entre os profissionais da educação, alunos e funcionários a
clareza e a distinção dos conceitos de uso, de abuso e de dependência de
drogas, para que eles possam analisar as dimensões envolvidas na questão e para
que suas ações tenham, de fato, efeitos educativos ou formadores.
A RELAÇÃO DO PROJETO COM O ALUNO:
Sugestão: Nota: Após o espetáculo alguns alunos se manifestaram na intenção de formar um
evento semelhante ou até mesmo diferente. Cabe o professor ter a maturidade de
identificar estes lideres e propor aos mesmos a promoção solicitada. O professor
pode dar a liberdade aos alunos na escolha de um programa onde eles participam
das estratégicas para
continuidade do evento em sala de aula ou ate mesmo dentro da comunidade
escolar.
Professor e aluno Podem discutir assuntos
relacionados à vida social, emocional e a saúde. Propor a elaboração de
trabalhos relacionados ao tema discutido em sala de aula.
Acreditamos que a participação do aluno traz muitas
benfeitorias para o processo de elaboração, a motivação garante maior
participação no programa, da mesma forma que eles podem tomar decisões
racionais e bem fundamentadas sobre o tema.
Os alunos oferecem alternativas para a
execução. Exemplos dessas alternativas
podem ser atividades profissionalizantes, esportivas, artísticas, sociais e
culturais, gincanas, feira de ciências, exposições dos trabalhos e etc.
Das Pesquisas realizadas pelos alunos em jornais,
livros, revistas e sites da internet, temas pré-estabelecidos; após a conclusão
sugerimos a discussão e debate dos assuntos em sala de aula e a exposição dos
trabalhos concluídos, que poderão ser expostos na própria sala de aula ou nas
áreas de circulação da escola e da comunidade. O acompanhamento do professor é
de extrema importância.
BENEFÍCIOS NA CONTRAPARTIDA DA CULTURA:
Destacamos a valorização
da arte, especialmente do teatro, como um meio privilegiado de comunicação e de
expressão; por meio desta linguagem, pretendemos formar e sensibilizar a
platéia de modo que, ao saírem do espetáculo e do debate que se segue a este,
todos se sintam mobilizados a dar uma atenção maior à prevenção do uso de
drogas, tanto pessoalmente, como socialmente.
CONTRAPARTIDA SOCIAL:
Destacamos que o Projeto
“No Labirinto da Vida” beneficia não apenas o seu público-alvo, mas também as
entidades empresariais e escolares, pela realização do evento como um agente de
mobilização social em torno de uma questão da maior relevância para jovem e o
bem estar da comunidade.
CONTRAPARTIDA ECONÔMICA:
Dá-se na realização dos
espetáculos, direcionadas para jovens estudantes das escolas da rede públicas,
em grandes espaços como os teatros; auditórios e outros locais com grande
capacidade de público.
DIVULGAÇÃO:
Todas
as contrapartidas e formas de comunicação do projeto, incluindo atividades de
divulgação, visibilidade de mídia e relação com órgãos de imprensa serão
negociadas e formalizadas caso a caso, de acordo pela entidade patrocinadora e acordadas
entre as partes envolvidas.
PENSE
NO SEU ALUNO PENSE NA SUA COMUNIDADE.
Vídeodo espetáculo no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=8ycIMsKLwt8
Endereço do blog: ciadeteatroype.blogsport.com
Contato para agendamento e demais
informações :
Fone 11-98362-1017
Att Paulo Pereira